Páginas

domingo, 30 de novembro de 2008

ADMIRÁVEL GADO NOVO, OU... CURRAL NOVO.

ADMIRÁVEL GADO NOVO
Zé Ramalho

Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro,
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber,
E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer,
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer.
 
Ê, vida de gado...
Povo marcado,
Povo feliz...
 
Lá fora faz um tempo confortável,
A vigilância cuida do normal;
Os automóveis ouvem a notícia,
Os homens a publicam no jornal,
E correm através da madrugada,
A única velhice que chegou;
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou.
 
Ê, vida de gado...
Povo marcado,
Povo feliz...
 
O povo foge da ignorância,
Apesar de viver tão perto dela,
E sonham com melhores tempos idos,
Contemplam essa vida numa cela,
E esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar;
A Arca de Noé, o dirigível
Não voam nem se podem flutuar.
 
Ê, vida de gado...
Povo marcado,
Povo feliz...

COMENTÁRIO:
A exploração do homem pelo homem é um dos pontos fortes sobre o qual se fundamenta a análise da sociedade. E nesse sentido a expressão “massa” aparece como um forte indicador do anonimato, do tratamento não individual, essencialmente coletivo que é dado aos “indivíduos”, curral eleitoreiro.
Essa condição massificada gera o problema de “dar muito mais do que receber”, característico do modo de produção eleitoreira que faz com que o eleitor (massa) produza muito e receba pouco. No caso nosso (Terra dos Yellows-acéfalos), essa exploração se caracteriza desde o campo, com o trabalho semi-escravo, à cidade, com as altas cargas de trabalho e a constante supressão dos direitos trabalhistas. Assim, temos o quadro lamentável da nossa estrutura de classes.
Outra consideração importante a fazer é a referência a “engrenagem” que “sente a ferrugem lhe comer”. Tal expressão faz uso da metáfora e refere-se tanto à autodestruição do Coronelismo, apregoada por Nossos politicos, quanto à derrocada do regime que vigorava no nosso Buíque
desde os tempos que os “Franças” mandavam aqui.
Uma outra faceta digna de maior discussão é a metáfora do gado. Afinal, que semelhanças podemos depreender, pela ideologia do compositor, entre o “povo marcado” e o gado? De fato não haveria um ser melhor para representar a submissão e o conformismo do que o gado, que se deixa ordenhar, direcionar e guiar pelos seus “donos”. A condição de manipulação e exploração a que se submete este animal ocorre desde a vida até a morte, na extração da carne para a alimentação humana. Aqui, neste curral, o “gado” é manipulado, explorado, etc, na extração do seu voto para a alimentação de politicos corruptos.
A condição da classe dominada é semelhante, pois o aumento do lucro dos “donos” do município, a produção é proporcional a degradação do eleitor que quanto mais “trabalha” para a classe dominante menos recebe. Além disso, existem mecanismos de alienação e direcionamento das massas para que essa situação de exploração não seja questionada ou sequer entendida. Tais mecanismos se constituem como importante instrumento da ordem estabelecida e favorecem àqueles que detêm o poder, pois onde não há contestação ou cobrança, a facilidade para o auto-favorecimento, a corrupção e a impunidade é muito maior. A conseqüência disso é o agravamento da desigualdade social e de todos os demais problemas sociais.
Temos uma massa que é manipulada ao bel prazer dos políticos, enquanto é guiada a caminhos que desconhece totalmente. Sob a justificativa de fugir dos problemas, assistindo a programas de baixa qualidade ou simplesmente recebendo sem questionar o que lhes é informado, acaba fugindo da realidade e adentrando num preocupante estado de alienação e descomprometimento social.
A antiga tática romana do “Pão e Circo” é reinventada atualmente, (Shows na praça de eventos, inclusive o show que o próprio Zé Ramalho fez) porém mantendo o seu princípio de alienação através do binômio alimento/entretenimento. (Acho que o governo de “JUANAS” vai ser uma cópia mal tirada do governo atual, se não Pior. Os programas assistencialistas da atualidade, se trazem alguma ajuda, acarretam um enorme conformismo, transformando-se até mesmo em instrumento de promoção política.
É justamente aos donos do poder que encontramos fortes críticas, pois é para eles que “lá fora faz um tempo confortável”, procurando cuidar do normal e manter a “ordem” das coisas.
Essa condição de alienação e entorpecimento vivida pelo povo do meu Buique, faz com que ele “contemple essa vida numa cela”. Essa prisão nada mais é do que a ignorância, o assujeitamento, o conformismo que impossibilitam a visão crítica e transformadora da sociedade Buiquense. Preso ao sistema e dirigido por vontades alheias, exatamente como o rebanho no curral.
Assistindo o show de Zé Ramalho na Praça de Eventos, ri por dentro, pois entendi que o próprio Zé Ramalho, estava dando um recado ao “Admiravel gado novo”. Novos eleitores e velhos também, que sem saberem, estavam fadados a fazerem parte do “ADMIRAVEL CURRAL NOVO ”. Obs: O curral, só mudou de “dono”. D. Gusmão, direto da cidade da piada pronta.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A QUEM INTERESSAR POSSA. (PARTE II )

INFORMAÇÃO JÚRIDICA.

OFENSA A FUNCIONÁRIO PÚBLICO
Quando a vítima de um crime contra a honra for um funcionário público e a ofensa estiver relacionada com as funções que o funcionário desempenha, esse funcionário não precisará contratar um advogado para processar o ofensor, como ocorre quando a vítima da ofensa é um particular.
Então, o funcionário apenas levará o caso, por escrito, à presença de um promotor e pedirá que o ofensor seja processado. O promotor passará a agir em lugar do funcionário ofendido, no sentido de que o ofensor responda pelo crime.
Mas vale lembrar que o processo feito pelo promotor não tem nenhuma superioridade, em temos de condenação do réu, à ação penal privada promovida pelo particular, apenas a lei passa para o promotor o poder de enquadrar o ofensor quando a vítima do crime contra a honra é um funcionário público – esse funcionário solicita ao promotor a punição do causador da ofensa.
O QUE ACONTECE NO PROCESSO
Assim que o advogado apresenta o processo ao juiz, o ofensor e o ofendido são convocados à presença do juiz para uma tentativa de conciliação.
Essa audiência inicial convocada pelo juiz é realizada sem a presença dos advogados. Nela, o juiz primeiro conversa com o ofendido, sem a presença do ofensor, e vice-versa, sempre na tentativa de conciliar as partes. Quando, após essas conversa, o juiz sente que é possível a conciliação, coloca as partes cara a cara, em sua presença, para fechar o entendimento e acabar com o conflito.
Feita a conciliação, o ofensor assina um termo concordando com a desistência do processo e o caso é arquivado.
E quando não há a conciliação? Aí o ofensor será convocado para ser interrogado pelo juiz e apresentar a sua defesa. Depois haverá o depoimento de testemunhas, podendo cada uma das partes apresentar até oito testemunhas. Após essas etapas, com base no depoimento das testemunhas e das partes, mais os documentos juntados no processo, o juiz profere a sua sentença condenando ou absolvendo o ofensor que foi acusado do crime de calúnia, injúria ou difamação, conforme o caso. D. Gusmão.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

A QUEM INTERESSAR POSSA.

Desde tempos obscuros, no início dos primeiros grupamentos humanos, movidos pelas mais variadas necessidades, o ser humano vem combatendo a sua própria espécie. Na escassez de alimentos, muitas tribos ou bandos invadiam os territórios alheios e numa carnificina desenfreada, tomavam para si o que a outros pertencia. Outro motivo que induzia a este comportamento era a territorialidade, que levavam à destruição do semelhante em prol da conservação do território, tido como posse, ou o medo de ser invadido e dominado por quem vinha de além.   No centro da questão, sempre a posse, a propriedade, a circunscrição do limite de uso pelo outro de algo que era tido como seu. Herdamos isto do nosso estado animal e até os dias atuais não superamos esta visão insular da propriedade e resistimos em compartilhar os frutos da vida generalizadamente. A prova mas contundente desse fato, temos visto nos dias atuais. Ontem dia 24 de novembro, ao ligar meu Raiox “buicano”, foi como eu tivesse, ingressado em uma “máquina do tempo". Voltei aos tempos iniciais da raça humana, “observei” duas “professoras” (mas não educadoras), digladiando entre si, talvez sentindo seu “território” invadido, ou então... Será que foi um encontro acidental de interesses de um “Yellow-acéfalo “Brandão” com a desertora “Maciel”? Fiquei pensando... Será que as bananas já começaram a serem distribuídas, e já entraram em conflito por maior parte do cacho? Imagine você caro leitor, o “Rei menino” nem assumiu o trono, e já tem “Yellows-acéfalos” botando as unhas de fora. Ah! Já ia esquecendo, será necessário fazer uma reciclagem com a “Yellow-acéfalo “Brandão”, pois como diria Mendes de Assis:Livro, se todos desejassem tê-lo apenas como amigo, certamente dirias verdades, mostrarias conceitos e ensinarias o melhor. Posteriomente o mundo sorriria mais”. Mas aqui em nosso Buique, livro tem outra finalidade, (TÁ NA CARA). Maciel (a desertora) que o diga. D. Gusmão, direto da cidade da piada pronta.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Proclamação da República Brasileira é o evento, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo comandante marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Institui-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.
Na tentativa de reduzir a oposição, cada vez maior, o ministro Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto, elaborou em meados de 1889 um programa de reformas, que incluía: liberdade de culto, autonomia para as províncias, mandatos limitados (não-vitalícios) no Senado, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do Conselho de Estado, entre outras medidas. As propostas de Ouro Preto visavam preservar a Monarquia, mas foram vetadas pela maioria conservadora que constituía a Câmara dos Deputados.
Vários foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores: sérios atritos com a igreja católica (na "Questão Religiosa"); o abandono do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Da parte dos grupos progressistas: a manutenção, até muito tarde, da escravidão negra no país; a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país (fosse econômico, político ou social); a manutenção de um regime político de castas e censitário (isto é, com base na renda das pessoas); a ausência de um sistema de ensino universal; os altos índices de analfabetismo e miséria; o afastamento do Brasil em relação a todos demais países do continente americano (fossem da América do Sul, fossem da América do Norte), em virtude da incompatibilidade entre os regimes.
Assim, ao mesmo tempo que a legitimidade imperial decaía, a proposta republicana - percebida como significando o progresso social - ganhava espaço. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial: enquanto, por um lado, a população, de modo geral, respeitava e gostava de D. Pedro II, por outro lado tinha cada vez em menor conta o próprio Império. Nesse sentido, era voz corrente na época que não haveria um "III Império", ou seja, a monarquia não continuaria após o falecimento de D. Pedro II (seja devido à falta de legitimidade do próprio regime, seja devido ao repúdio público ao príncipe consorte, marido da princesa Isabel, o francês conde D'Eu).
Embora a frase do líder republicano paulista Aristides Lobo - segundo a qual "o povo assistiu bestializado" à Proclamação da República.
Ora, aqui neste fragmento da terra TUPINIQUIM (BUIQUE), tenho observado, que pessoas preocupadas com o fato de gozarmos da liberdade, liberdade esta, legitimada por ações de homens e mulheres que deram “suas vidas” por um Buique melhor, hoje, já cansados por esta batalha desigual e desumana, estão entregando os pontos, outros batendo em retirada. E, usando novamente o meu Raio X “Buicano”, observei que:

“Tantas escolas construidas, porém sem professores de verdade que tenham a coragem não só de ensinar o ABECÊ, mas, ensinar que, é dever nosso de lutar por um Buique melhor”, pois a educação é a base de tudo. E, no contínuo uso do meu Raio X “Buicano” vi professores, que há uns dez anos ganhavam menos que um salário mínimo, hoje, reconhecidos e bem remunerados, dançando, pulando em uma alegria incontida na festa da “vitória” pela derrocada do meu Buique, e pela sua própria derrocada, (deram um tiro no próprio pé, e ainda não perceberam). Do meu “Buicano”, percebi comerciantes que cresceram juntos a minha querência, com um sorrisso largo no rosto, mas, sem saber porque. A lente do meu Raio X “BUICANO”, talvez embassada, ou possivelmente fora de foco, ou ainda com meu olhar lacrimejado , mostrou-me os jovens, ah! Os jovens, eufóricos, embora sem saber, eufóricos pela suas desventuras. Desliguei o meu Raio X, e começei a refletir “Fizemos o caminho inverso da Proclamação” saimos da Liberdade e voltamos para o tempo do Reinado, para o Reinado do Rei “Ô JUANAS”. E a partir desta data 15 de Novembro de 2008, a história passa ser assim relatada: A Proclamação da República Buiquense é o evento, na História do Buíque, que instaurou o regime Monárquico no municipio, derrubando a República. Ocorreu dia 15 de novembro de 2008 na Praça Central, então capital da República, (hoje Praça da Anarquia), quando um grupo de militares do Exército “Yellow-acéfalos, liderados pelo comandante marechal “Rom Mula Fonseca,” deu um golpe de estado e depôs a “Rainha Loira oxigenada Teel”, D. Ô JUANAS Institui-se então a MONARQUIA, digo: ANARQUIA, sendo nessa data que a jurista MART-HA (A traidora), assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.
OBS: Por enquanto é só, se quiserem que eu continue com a história, deixem pedidos no comentário. D. Gusmão, direto da cidade da piada pronta.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008


Enquanto que...
LÁ...BARACK OBAMA
AQUI....“BURACO Ô JUANAS”
Enquanto que... a previsão lá, é o OBAMA tirar os Estados Unidos do Buraco.
- A previsão aqui, é o “ Ô JUANAS” botar em um buraco isso aqui. (Buique)
Enquanto que... a previsão la, é o OBAMA fazer valer a democracia.
- A previsão aqui, é o “Ô JUANAS” deixar valer a Anarquia.
Enquanto que... a previsão lá, é o OBAMA controlar as finanças.
- A previsão aqui, é o “Ô JUANAS” não ter controle nenhum sobre a FINANÇA. (Secretaria)
Enquanto que... a previsão lá, é o OBAMA investir na educação.

  • A previsão aqui, é o “Ô JUANAS” ser obrigado deixar “INVESTIREM *” na Educação. *(pronome (preposiçao em)) tomar posse.
Enquanto que... a previsão lá, é o OBAMA ser assessorado por “cabeças pensantes”.

  • A previsão aqui, é o “Ô JUANAS” ser “açesorado” por “yellows-acéfalos”.
Ai de EU e de ôces tumbém, é mais dificil falar o Ingrêis de lá, do que aqui o JUANÊIS.
Por isso eu digo: NÓIS SOFRE, MAIS NÓIS GOZA. D. Gusmão, direto da cidade da piada pronta.

sábado, 1 de novembro de 2008

Você conhece a origem do ditado popular "Agora é tarde e Inês é morta"?


Portugal. Meados do séc. XIV. D. Afonso IV é o soberano que comanda o país. Tempos de crise. Primeiro uma guerra civil, depois uma guerra com a Espanha, por fim, os dois países de unem contra os mouros e conseguem a vitória.
Inês de Castro. Dama da corte portuguesa nascida em Castela. Jovem loura de olhos verdes. Prometida aos 14 anos para o herdeiro do trono de Portugal, D. Pedro, é dispensada por ser considerada “fraca” e trocada por Constança, uma princesa espanhola.
D. Pedro então, após os primeiros anos de casamento, começa a olhar com outros olhos para a prima, precisamente a linda Inês de Castro, agora já casada, e ambos começam uma relação pecaminosa perante a igreja. Além das inúmeras desculpas para se manter fora de casa para se encontrar com Inês, D. Pedro ainda convida a amante para ser madrinha de seu primogênito e assim justificar os encontros tão comuns.
D. Afonso então manda que Inês seja exilada, porém assim que Constança morre durante o parto do terceiro filho, D. Fernando, o único que sobreviveria, Inês volta a ser amante de D. Pedro.
Os conselheiros do reino não andavam muito satisfeitos com a nova situação, pois os irmãos de Inês eram conhecidos opositores do reino.
Portugal está beirando o caos, pois além dos problemas políticos, há a proliferação da peste negra e a população está extremamente insatisfeita. D. Fernando, filho legítimo de Pedro e Constança, se sente ameaçado pelos irmãos bastardos e seu avô, o rei D. Afonso, apoiado pelo Conselho Real, ordena a morte de Inês de Castro.
Ao chegar após uma caçada, D. Pedro encontra Inês degolada e, desesperado, resolve se aliar aos Castro e tomar o reino de Portugal à força.
Quando finalmente assume o trono, D. Pedro ordena a execução dos três assassinos de sua amada. Inês de Castro é proclamada rainha de Portugal, tendo o seu corpo em adiantada decomposição coroado em cerimônia formal (inclusive com o beija-mão). Os restos mortais de Inês então são levados para o Mosteiro de Alcobaça.
Os túmulos de Inês e D. Pedro, magníficas obras de arte tumular do século XIV, não estão dispostos tradicionalmente lado a lado, mas um de frente pro outro formando uma linha horizontal. Os corpos também estão dispostos de forma que fiquem pé com pé. Segundo D. Pedro, no dia que eles se encontrassem para juntos subirem ao paraíso, se olhariam nos olhos.
E desde então, para afirmar que uma situação é irremediável (ou quase), fala-se “Agora Inês é morta”.
COMENTÁRIO: Aplique os fatos dessa história aos dias atuais ao nosso Buique, O mais tardar em (Março de 2009), vai ter gente, digo: Yellow-acéfalo reclamando com o “zumbido” da abelha, vão botar a cabeça dentro do tanque d'agua afim de afogar a abelha, e de nada vai adiantar. Ah! Já que os Yellow-acéfalos tem a cabeça oca, tomara que as abelhas façam uma colméia dentro d'ela, e então diga-se: “AGORA É TARDE E INÊS É MORTA”. D. Gusmão, direto da Cidade da piada pronta.