A Proclamação da República Brasileira é o evento, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo comandante marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Institui-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.
Na tentativa de reduzir a oposição, cada vez maior, o ministro Afonso Celso de Assis Figueiredo, o Visconde de Ouro Preto, elaborou em meados de 1889 um programa de reformas, que incluía: liberdade de culto, autonomia para as províncias, mandatos limitados (não-vitalícios) no Senado, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do Conselho de Estado, entre outras medidas. As propostas de Ouro Preto visavam preservar a Monarquia, mas foram vetadas pela maioria conservadora que constituía a Câmara dos Deputados.
Vários foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores: sérios atritos com a igreja católica (na "Questão Religiosa"); o abandono do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Da parte dos grupos progressistas: a manutenção, até muito tarde, da escravidão negra no país; a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país (fosse econômico, político ou social); a manutenção de um regime político de castas e censitário (isto é, com base na renda das pessoas); a ausência de um sistema de ensino universal; os altos índices de analfabetismo e miséria; o afastamento do Brasil em relação a todos demais países do continente americano (fossem da América do Sul, fossem da América do Norte), em virtude da incompatibilidade entre os regimes.
Assim, ao mesmo tempo que a legitimidade imperial decaía, a proposta republicana - percebida como significando o progresso social - ganhava espaço. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial: enquanto, por um lado, a população, de modo geral, respeitava e gostava de D. Pedro II, por outro lado tinha cada vez em menor conta o próprio Império. Nesse sentido, era voz corrente na época que não haveria um "III Império", ou seja, a monarquia não continuaria após o falecimento de D. Pedro II (seja devido à falta de legitimidade do próprio regime, seja devido ao repúdio público ao príncipe consorte, marido da princesa Isabel, o francês conde D'Eu).
Embora a frase do líder republicano paulista Aristides Lobo - segundo a qual "o povo assistiu bestializado" à Proclamação da República.
Ora, aqui neste fragmento da terra TUPINIQUIM (BUIQUE), tenho observado, que pessoas preocupadas com o fato de gozarmos da liberdade, liberdade esta, legitimada por ações de homens e mulheres que deram “suas vidas” por um Buique melhor, hoje, já cansados por esta batalha desigual e desumana, estão entregando os pontos, outros batendo em retirada. E, usando novamente o meu Raio X “Buicano”, observei que:
“Tantas escolas construidas, porém sem professores de verdade que tenham a coragem não só de ensinar o ABECÊ, mas, ensinar que, é dever nosso de lutar por um Buique melhor”, pois a educação é a base de tudo. E, no contínuo uso do meu Raio X “Buicano” vi professores, que há uns dez anos ganhavam menos que um salário mínimo, hoje, reconhecidos e bem remunerados, dançando, pulando em uma alegria incontida na festa da “vitória” pela derrocada do meu Buique, e pela sua própria derrocada, (deram um tiro no próprio pé, e ainda não perceberam). Do meu “Buicano”, percebi comerciantes que cresceram juntos a minha querência, com um sorrisso largo no rosto, mas, sem saber porque. A lente do meu Raio X “BUICANO”, talvez embassada, ou possivelmente fora de foco, ou ainda com meu olhar lacrimejado , mostrou-me os jovens, ah! Os jovens, eufóricos, embora sem saber, eufóricos pela suas desventuras. Desliguei o meu Raio X, e começei a refletir “Fizemos o caminho inverso da Proclamação” saimos da Liberdade e voltamos para o tempo do Reinado, para o Reinado do Rei “Ô JUANAS”. E a partir desta data 15 de Novembro de 2008, a história passa ser assim relatada: A Proclamação da República Buiquense é o evento, na História do Buíque, que instaurou o regime Monárquico no municipio, derrubando a República. Ocorreu dia 15 de novembro de 2008 na Praça Central, então capital da República, (hoje Praça da Anarquia), quando um grupo de militares do Exército “Yellow-acéfalos, liderados pelo comandante marechal “Rom Mula Fonseca,” deu um golpe de estado e depôs a “Rainha Loira oxigenada Teel”, D. Ô JUANAS Institui-se então a MONARQUIA, digo: ANARQUIA, sendo nessa data que a jurista MART-HA (A traidora), assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.
OBS: Por enquanto é só, se quiserem que eu continue com a história, deixem pedidos no comentário. D. Gusmão, direto da cidade da piada pronta.
Cara Voce é especial. Para jamis, só os inteligentes sobrevivem.
ResponderExcluir"Next 25th National Day Blood Donor"
“ Não e no silencio que os homens se fazem,, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão. Porque não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes.”
ResponderExcluirPaulo Freire.
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