Portugal. Meados do séc. XIV. D. Afonso IV é o soberano que comanda o país. Tempos de crise. Primeiro uma guerra civil, depois uma guerra com a Espanha, por fim, os dois países de unem contra os mouros e conseguem a vitória.
Inês de Castro. Dama da corte portuguesa nascida em Castela. Jovem loura de olhos verdes. Prometida aos 14 anos para o herdeiro do trono de Portugal, D. Pedro, é dispensada por ser considerada “fraca” e trocada por Constança, uma princesa espanhola.
D. Pedro então, após os primeiros anos de casamento, começa a olhar com outros olhos para a prima, precisamente a linda Inês de Castro, agora já casada, e ambos começam uma relação pecaminosa perante a igreja. Além das inúmeras desculpas para se manter fora de casa para se encontrar com Inês, D. Pedro ainda convida a amante para ser madrinha de seu primogênito e assim justificar os encontros tão comuns.
D. Afonso então manda que Inês seja exilada, porém assim que Constança morre durante o parto do terceiro filho, D. Fernando, o único que sobreviveria, Inês volta a ser amante de D. Pedro.
Os conselheiros do reino não andavam muito satisfeitos com a nova situação, pois os irmãos de Inês eram conhecidos opositores do reino.
Portugal está beirando o caos, pois além dos problemas políticos, há a proliferação da peste negra e a população está extremamente insatisfeita. D. Fernando, filho legítimo de Pedro e Constança, se sente ameaçado pelos irmãos bastardos e seu avô, o rei D. Afonso, apoiado pelo Conselho Real, ordena a morte de Inês de Castro.
Ao chegar após uma caçada, D. Pedro encontra Inês degolada e, desesperado, resolve se aliar aos Castro e tomar o reino de Portugal à força.
Quando finalmente assume o trono, D. Pedro ordena a execução dos três assassinos de sua amada. Inês de Castro é proclamada rainha de Portugal, tendo o seu corpo em adiantada decomposição coroado em cerimônia formal (inclusive com o beija-mão). Os restos mortais de Inês então são levados para o Mosteiro de Alcobaça.
Os túmulos de Inês e D. Pedro, magníficas obras de arte tumular do século XIV, não estão dispostos tradicionalmente lado a lado, mas um de frente pro outro formando uma linha horizontal. Os corpos também estão dispostos de forma que fiquem pé com pé. Segundo D. Pedro, no dia que eles se encontrassem para juntos subirem ao paraíso, se olhariam nos olhos.
E desde então, para afirmar que uma situação é irremediável (ou quase), fala-se “Agora Inês é morta”.
COMENTÁRIO: Aplique os fatos dessa história aos dias atuais ao nosso Buique, O mais tardar em (Março de 2009), vai ter gente, digo: Yellow-acéfalo reclamando com o “zumbido” da abelha, vão botar a cabeça dentro do tanque d'agua afim de afogar a abelha, e de nada vai adiantar. Ah! Já que os Yellow-acéfalos tem a cabeça oca, tomara que as abelhas façam uma colméia dentro d'ela, e então diga-se: “AGORA É TARDE E INÊS É MORTA”. D. Gusmão, direto da Cidade da piada pronta.
Gusmão, tu é figuraça mesmo.
ResponderExcluirTeu humor negro é o melhor.
Tem duas coisas que costumo ler diariamente, o "Buemba, Buema" no Caderno C do JC e o seu Buicano RaioX sobre Buíque. :)
Mas vou te dizer...
Aqui em Buíque, Inês não morreu degolada não, a pobre morreu com dor de barriga, com a barriga cheia de vermes, um tal de "Aethiothemis-yellows-acéfalos"
hahaha
abraço