Samila disse...
Sinceramente estou indignada com os comentários postados aqui! Minha gente, todos tem direito de ter opinião! Mas jamais de defamar o outro, tenham atitudes de pessoas dignas que merecem respeito. ALguns falam tanto em cargos, será que uma administração municipal resume-se em cargos?
Vamos torcer para que tudo dê certo e que seja melhor! Não votei no atual prefeito, mas nem por isso fecho meus olhos para os erros do governo passado, houve muita coisa errada, mas tenho certeza que houve muita coisa boa, ou ninguém v~e o desenvolimento do município? Vcs que se consideram tão bons e perfeitos, conseguem administrar bem pelo menos suas casas? Sua família? Sua vida? Seu pensamento? Abra seus olhos e não seja inconsequente! O novo governo fará coisas boas, mas também terá seus defeitos!
COMENTÁRIO DO GUSMÃO:
Oi Senhorita Samila, estou me cansando de ler alguns comentários, são comentários de difamação,de acusações infundadas,etc.Originariamente, o blog foi criado para ser usado como um RaioX como próprio nome diz, mas, vou começar selecionar melhor os comentários. Ok? Um forte abraço e até lá. D. Gusmão.
Maturidade política.
ResponderExcluirCom a posse do novo prefeito de Buíque Jonas Camelo Neto começa no município uma nova fase de desafios e esperanças; uma etapa da história política que manifestou seus primeiros sinais de novidade e maturidade da democracia brasileira e da responsabilidade das lideranças. Ainda é cedo para fazer prognósticos sobre o novo governo. Creio tão somente, que Jonas e sua equipe já manifestaram preocupação com as enormes dificuldades que enfrentarão. Mas os motivos de esperança não são poucos. O primeiro está justamente no grande pacto político. A constituição das Secretarias, com representantes de diversas forças políticas, foi um passo. E todo a sociedade está sendo convidada, através de seus organismos representativos, a dialogar com o novo governo em vista de um amplo contrato social. Outro motivo de esperança: o novo modo de ver o exercício do poder como um processo coletivo. Num município no qual o personalismo das lideranças políticas e o jogo de interesses sempre comprometeram o bem comum, são novidade declarações como a de Jonas, ainda em campanha:"Não seremos um governo no qual predominará a palavra "eu" - eu faço, eu quero. Prevalecerá a palavra nós". Esse "nós" no exercício da política, se levado a sério, significa uma revolução na política, porque resgata a fraternidade como uma de suas dimensões fundamentais, além de resgatar o próprio sentido da representação política como representação do "coletivo", do "nós". Em 1962, Tommaso Sorgi, então deputado federal na Itália, escreveu:"Nós, que vivemos na medula dessa 'bendita' vida pública, constatamos a cada momento, que no plano humano - inclusive no plano dos valores éticos mais nobres - não existe nenhuma esperança de redenção para esse mundo restrito, de falta de sinceridade, de lutas, de corrida ao poder. Infelizmente constatamos também que nem mesmo os valores religiosos conseguem modificar o homo politicus, que muitas vezes os acolhe só porque lhe servem, e os coloca de lado tão logo eles parecem um obstáculo(...) a ação de conquista individual(...), isolada, parece insuficiente. Faz-se necessário um lampejo da Sabedoria para sacudir toda a humanidade". Essa Sabedoria, de que o homem público (Jonas) precisa para administrar o bem comum e a justiça social, não está nas qualidades - embora importantes e necessárias - do político, mas provém justamente do consenso, da unidade, do diálogo. Um diálogo que será o nosso trunfo para construirmos um município mais digno do homem, e pelo qual todos nós devemos nos sentir responsáveis.